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A mostrar mensagens de Outubro, 2007

A desobediência... vale a pena!

Uma noite bem passada no Teatro da Trindade, que se encontrava cheio para ver e ouvir a história de Aristides de Sousa Mendes interpretada por excelentes actores. Uma Desobediência que valeu a pena assistir e recordar!

Mais info aqui e aqui. E ainda o blog aqui e o ciclo de actividades paralelas também aqui.

Fui

Desci a rua que liga Lamego a Lisboa e já estou em casa! Um fim-de-semana na grande cidade não podia começar sem ser logo com um belo de um engarrafamento, que é para matar saudades!
E como este fds começa à quinta à noite, vou mas é aproveitar e embriagar-me... de cultura!!! (o que é que estavam para aí a pensar?!)

Conversas de pintura, pintores e afins!

E num momento em que me sinto num "deserto cultural" eis que, numa simples "conversa assíncrona" no twitter, dou por nós a falar de Arte: Picasso, Kandinsky, Miró, Dalí, Júlio Pomar, Paula Rego, Maluda, Munch, Dinh Dang, Frida...

Ai que saudades do CCB, do Museu Picasso, da Fundação Miró...

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Let's...
Ainda somos poucos mas... promete!!! Podem ver aqui

Do isolamento do deserto...

Desert de Nguyen Dinh Dang (ver mais)
Quando morava na casa branca no meio da serra sentia-me isolada, a ver o mundo duma janela, mas ao mesmo tempo a contemplar a novidade. Sendo este o segundo ano que vivo por estes lados, decidi descer a serra e mudar-me para a cidade numa tentativa de olhar a mesma realidade de uma outra perspectiva (agora que já não existem novidades).
Não me parece que a estratégia esteja a funcionar... continuo a sentir-me isolada, talvez até um pouco perdida num deserto em que a diversidade cultural começa cada vez mais a tornar-se uma miragem de tão dificil que é o acesso a cinemas, teatro, exposições... Dou agora mais valor à vida cultural que levava em Lisboa e ao simples facto de não aceder a ela simplesmente quando e porque não tinha vontade.

Situação: crónica (cómica!)

Entre as milhentas coisas que tenho para fazer, não consigo fazer nem metade das que queria nem das que devia!

Escusado será dizer que nestas condições quem habitualmente já é cabeça no ar não fica melhor e, assim sendo, começa (ou continua) a não dizer coisa com coisa. E dados os últimos acontecimentos a situação começa a tornar-se crónica (cómica!).
Ora pois dá-se o caso de que, não bastando a gravidade da situação em si, há sempre alguém por perto que não deixa escapar nada! E, assim sendo, a possibilidade de alguém esquecer tais acontecimentos vai-se tornando cada vez mais remota. Até porque cada vez que se entra na cozinha pode-se ler (ou ver?!) o que eudisse e alguém escreveu.
Pronto! Agora é oficial: às vezes não digo coisa com coisa! (mas assim de vez em quando também digo umas coisitas acertadas!)Adenda ao post acabadinho de escrever:Ele há delas!!! Afinal não sou só eu que não digo coisa com coisa!!! Agora quem entrar na cozinha pode ler: "vou comer o pão na torradeira&q…

E agora?!

Imagem daqui
Este fim-de semana resgatei os meus dossiers de estágio e descobri que afinal até sou organizadinha (parece que os meus amigos têm alguma razão) e tenho tudo tudo do curso.
Ao ler as minhas reflexões e avaliações, bem como as da minha supervisora, percebi que nessa altura tinha mais capacidade crítica do que me lembrava ter e percebi quais as minhas maiores dificuldades de então, as que já superei e as que ainda mantenho ou ganhei.
Relembrei também situações que vivi no estágio e que normalmente partilho com as minhas alunas e que se encontram registadas, reflectidas e avaliadas no dossier de estágio.
Li tudo com outros olhos. Não os olhos de aluna, nem os de educadora mas sim os de supervisora. Li tudo com os olhos de quem está agora do outro lado. Do lado de quem propõe, estimula, ensina e avalia. Do lado de quem muitas vezes é visto pelos alunos como quem tem a faca e o queijo na mão e faz com que os alunos às vezes tenham a infelicidade de não passar de ano e não percebe…

Ah pois é!!!

Operações plásticas, botox e afins... para quê?!

Hoje pensaram que eramos estagiárias!