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Mensagens

A mostrar mensagens de Maio, 2010

Aprende!

Giz, lápis, caneta... Ardósia, bloco, caderno, pen... Tudo excepto, única e exclusivamente, um computador portátil.

E vocês ligam ao que eu digo?! *

(Foto tirada ontem no Monte Selvagem)
Com muito trabalho, muitos projectos, muitas ideias...
Com menos tempo para dedicar ao blog, menos horas para descansar...

Menos de umas coisas e mais das outras porque é mesmo assim: não se pode ter tudo ao mesmo tempo!

* Disse o R. quando alguém o identificava como tendo sido ele o autor moral da acção praticada

Em Roma sê Romano

"Que o arrumador não passe na frente dos outros nem vá levar ao lugar, enquanto um actor estiver em cena."
Plauto (O Cartaginês)

A (re)pensar a Educação de Infância

A M. vem ter comigo com o livro do Céu Nocturno na mão: "Rute, qual é esta Constelação?". Acedo ao código que ela ainda não domina: "É a Constelação Cisne". Continuo a apoiar as crianças que estavam a recortar.
Na mesma tarde, o C. chega junto de mim com um largo sorriso e uma construção de ímans na mão: "Rute, olha uma pirâmide dos faraós!"
No momento ocorreram-me dois pensamentos rápidos. Primeiro: "Estou numa sala de Educação pré-escolar?!". Segundo: "A organização do ambiente educativo é tão importante!".
E continuo para aqui a pensar e, por isso, vim só aqui babar-me um bocadinho com estas minhas crianças que todos os dias me fazem (re)ver e (re)pensar a Educação de Infância. A Educação está mesmo em mudança...

Reflexões

"Oh Rute... mas como é que vão fazer teatro aqui?!"*
O "aqui" é o Teatro Romano de Lisboa. O "fazer teatro" é... é melhor ir lá ver!
"No âmbito da Noite dos Museus propõe-se uma visita ao Museu do Teatro Romano e estruturas conservadas, acompanhada de leitura encenada de textos de autores clássicos"(Agenda Cultural de Lisboa)
* Pergunta feita a caminho do Castelo de São Jorge após reflexão cuidada sobre a "conversa dos adultos"( lol)

Isto de ser gestora tem muito que se lhe diga...

"O que é vender?" - Perguntou o R. durante uma conversa em grande grupo. O C. tenta explicar-lhe. Ele tem uma loja e sabe muito sobre o funcionamento das trocas comerciais. Dou uma ajuda e a conversa fica por ali.
Vamos trabalhar para as áreas da sala. A "loja" que temos na sala tem, recentemente, assumido um ar de feira com as roupas penduradas para serem vendidas. O dinheiro de brincar há muito que desapareceu, fruto das brincadeiras diárias, e nunca chegou a ser substituído, pois não houve tempo para isso. Desde então, as trocas comerciais têm sido com dinheiro imaginário.
Estava eu a trabalhar com um par de crianças quando chegam até mim as crianças que estavam a brincar na loja. Sabem qual era o motivo da conversa, as suas dúvidas e desejos? Pois eu sabia bem o que ia naquelas cabecinhas. Já tinha passado pela minha no momento da conversa e ia ao encontro de objectivos traçados há algum tempo mas que não tinham tido oportunidade de ser concretizados.
Mas era es…

"as rectas são uma seca"

Geralmente é assim. Quando tenho pouco tempo para ler é quando me apetece (ou preciso) de ler mais. Ler por prazer, por lazer, por querer fugir ao inevitável (?), por simplesmente querer ler...
Até parece que não tenho planificações e avaliações para fazer, portefólios para organizar, textos para decorar. Sim textos para decorar. Daqueles que não dá para fazer cábulas e em que o tempo do improviso já está a ficar para trás.
Pois é talvez por este caminho, ou devido a este caminho, e porque "as rectas são (definitivamente) uma seca", que estou a gostar de ler o primeiro, e recentemente editado, livro de Vítor Norte.
Acho que nunca andei muito em linha recta. Há sempre curvas e mais curvas e mesmo quando o caminho parece sempre a direito... será que é? Ou sou eu que não sei andar em rectas? E, neste caso em particular, o álcool nem sequer é para aqui chamado!
[Um dia destes esclareço esta conversa do álcool. Para já não fiquem com ideias erradas. lol]
[ A foto é de uma das &quo…

(in)esperado sucesso

Andámos por aqui... e adorámos. Numa semana tão cheia de tudo, o dia que passámos no Castelo de S. Jorge fez-nos sentir turistas mas também vedetas. Fizemos um (in)esperado sucesso não só pela simpatia mas também pela falta de dentes! Os turistas tinham razão. Estão quase todos desdentados!!!