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Narrativas orais e ilustrações especiais

Actualmente os grupos organizados de contadores de histórias tentam manter viva a tradição oral dos contos. Ouvir aguns desses contadores é fascinante! Vimos nascer dentro de nós imagens que ganham cor, densidade, cheiro...

Por outro lado, a oferta de livros para crianças é cada vez maior. Livros com ilustrações variadas, interessantes e com qualidade gráfica e artística. Esses livros transportam-nos para mundos em que a história das letras e das imagens se intercruzam, revelando aos nossos sentidos personagens e locais fantásticos.

E agora?! Narrativas orais ou narrativas escritas?

Na minha opinião o melhor é provar umas e outras, voltar a prová-las novamente e.... não consigo decidir! O melhor é mesmo continuar a provar!...

Quais são as vossas preferidas?

Comentários

Araj disse…
Escritas... ainda que as orais, por vezes, tenham outro encanto...
(Gostei do blog... voltarei)
deep disse…
É óbvio que ouvir se torna, por vezes, mais fácil e tudo depende de quem conta, do timbre de voz, do ritmo que imprime à narração, da entoação... mas ler também é muito bom.
Obrigada pela tua visita ao "letras são papéis".
Tem uma boa semana.
Olá!!!

Gostei de tua visita e vim te agradecer!!! Obrigada por tuas palavras e és bem vinda!!! Apareça sempre que desejares. Virei te visitar também. Gostei de tua proposta!!!

Beijinhos para tua semana!!!
Cristina
É uma saudade ouvir contar um conto! É daquelas capacidades que as pessoas vão perdendo no mundo da correria (a de contar, mas também a de ouvir!)
Beijo
engracados disse…
As narrativas orais são sem duvida as minhas preferidas!
Adoro ir contando histórias ao sabor da resposta do publico, principalmente do publicuzinho...LoL
Ir vendo as emoções espelhadas nas carinhas ansiosas por ouvir mais e mais... o suspense em que ficam nas paragens simbólicas...
Adoro contar histórias assim...ainda mais do que ouvir.
E acho que contadas sem outro suporte senão a voz dá azo à imaginação de quem ouve, poder imaginar todo o cenário e personagens conforme o seu próprio imaginário não se limitando ao suporte visual já inventado por alguém.
Corre-se conteúdo um grande risco, sobretudo com a gente miúda... É que nunca contamos uma história da mesma maneira! E isso eles não nos perdoam...
Brisa

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