terça-feira, novembro 21, 2006

Estátuas da Ilha de Páscoa no Maravilh'Arte 21



Descoberta num domingo de Páscoa pelo explorador holandês Jakob Roggeveen, este conjunto de esculturas de pedra com 25 metros de altura continua a intrigar historiadores e arqueólogos quanto à sua origem. Segundo se crê, uma comunidade de origem polinésia ter-se-á estabelecido aqui durante o século IV, dando início à invulgar tradição da escultura de grandes dimensões. Estas enormes figuras de pedra, conhecidas pelo nome de Moai, teriam sido erigidas entre os séculos X e XVI e desde então não param de fascinar o mundo inteiro dotando a ilha de uma atmosfera mítica. (Este texto foi retirado daqui).

Aqui ficam algumas impressões blogosféricas acerca desta candidata a uma das 7 Novas Maravilhas do Mundo.

N' Arkivão, a Ana d'Or relata que:
Foi no seu apogeu que a civilização da Ilha de Páscoa, construiu aquelas estátuas gigantescas, cada vez maiores, exaurindo recursos para ergue-las, a ponto de acabar com todo o meio ambiente.

Por seu turno, o Carapaus com Chantilly, cita alguém que confessa que:
Adorava ir à ilha da Páscoa mas tenho medo de homens cabeçudos....

E no Geófagos, Ítalo explica que:
Na edição de setembro da American Scientist o arqueólogo Terry L. Hunt relata como suas pesquisas na ilha o levaram a questionar o conhecimento aceito. Primeiro, seus dados mostraram que a colonização da ilha por polinésios se deu mais tarde do que se pensava, os dados de datação por carbono feitas por ele indicam a presença humana a partir de 1200 A.D. e não 800, como era aceito. Segundo, além da derrubada das árvores pela população, seus dados mostram que a grande população de ratos teve um papel primordial na extinção da Jubaea ao se alimentarem das sementes da planta. Terceiro, a decadência da civilização local se deveu mais ao genocídio promovido por exploradores europeus do que à degradação ambiental propriamente.

Este post é publicado no âmbito do concurso de desenho Maravilh'Arte 21

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