quarta-feira, novembro 29, 2006

Petra no Maravilh'Arte 21



Petra (9 a.C. - 40 d.C.) Petra, Jordânia



Aretas IV (9 a.C. a 40 d.C.). Peritos no domínio da hidráulica, os nabateus dotaram a cidade de um enorme sistema de túneis e de câmaras de água. Um teatro, construído à imagem dos modelos greco-romanos, dispunha de capacidade para 4000 espectadores. Actualmente, os túmulos reais de Petra, para além da fachada de templo helénico, com 42 metros de altura, do mosteiro de El-Deir, constituem exemplos impressionantes da cultura do Oriente Médio. (Este texto foi retirado daqui)

Aqui ficam algumas impressões blogosféricas acerca desta candidata a uma das 7 Novas Maravilhas do Mundo.

No ESCRITA em Dia, Carlos Narciso conta que:

É difícil dizer o que senti quando vi aquela cidade esculpida na pedra pelos homens, vento e água. Como se pode fazer uma coisa tão espantosa como aquela?
Dizem os canhenhos que chegaram a viver ali 50 mil pessoas. A cidade existe desde o século V a.C., mas há ali perto vestígios de ocupação humana da Idade da Pedra. Hoje é um deserto, mas lindo de morrer.
Dizem os mesmos canhenhos que a desertificação humana ficou a dever-se ao desvio das caravanas de comerciantes que passaram a optar por outra rota e deixaram de passar por ali. A mim parece-me que terá havido outro motivo, que estará ligado com mudanças climáticas ou, pelo menos, com o desaparecimento de água. Petra foi um sítio com muita água, basta olhar para aquelas pedras… e, hoje, não tem uma gota.



N'As Boas, A.M. relata:


Da cidade de Petra gosto especialmente da ideia de ela ter sido esculpida dentro de um rochedo. Imagino a trabalheira e acredito que muitas devem ter sido as vidas humanas perdidas na construção deste monumento. É para mim um dos maiores monumentos da humanidade, principalmente se imaginarmos a tecnologia existente nessa altura.


E no Saí para dar uma volta, Fred Mourão descreve:

Ontem, enquanto caminhava por Petra, acabei convidado para um chá por uma jovem beduína que junto com a mãe vendia artesanato. Ela falava inglês fluente, aprendido em contato com os turistas, e se virava perfeitamente bem em várias outras línguas. Falamos sobre os hábitos do seu povo, sobre sua cultura, sobre como e quando se casam, filhos e fiquei sabendo que os homens podem ter até quatro esposas, sendo que todas tem que receber a mesma atenção e ter a mesma qualidade de vida, ou seja, o homem para ter mais de uma mulher tem que sustentar todas da mesma maneira.

Este post é publicado no âmbito do concurso de desenho Maravilh'Arte 21.

Sem comentários: