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(in)esperado sucesso


Andámos por aqui... e adorámos. Numa semana tão cheia de tudo, o dia que passámos no Castelo de S. Jorge fez-nos sentir turistas mas também vedetas. Fizemos um (in)esperado sucesso não só pela simpatia mas também pela falta de dentes! Os turistas tinham razão. Estão quase todos desdentados!!!

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Momentos que nunca se esquecem...

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As estrelas da vizinhança

Na vida da aldeia, todos os vizinhos são nossos parceiros e há sempre espaço e tempo para trocar dois dedos de conversa, esperar que passem desenfreadamente à nossa frente ou que lentamente se passeiem ao nosso lado. Há tempo para os admirar, para lhes fazer uma festa ou simplesmente ficar a olhá-los indiscretamente.

Na vida da aldeia, as vacas e as cabras desfilam na estrada, a lagartixa passeia nas minhas escadas e as pessoas dizem "Bom dia" com um sorriso e um aceno de braço ou uma buzinadela.

Na vida da aldeia, o compasso é dado pelo sino da igreja e quando a burra da minha vizinha volta para o palheiro ao fim do dia, o morcego inicia o seu percurso habitual cumprimentando-me. A noite chega e brinda-nos com o seu silêncio e os mochos vizinhos com o seu piar.

Na vida da aldeia, admiram-se todos os vizinhos e companheiros e fica-se a olhar indiscretamente para os que estão lá no alto: as estrelas.

Na minha aldeia, as pessoas, os animais, a terra são excelentes vizinhos ma…

Mãos à Obra!!!

Quando o pai da I. esteve a explicar-nos "como se fazem casas" (post anterior) ofereceu-nos um presente! Vejam só...
Os tijolos, as telhas... tudo em miniatura mas em tijolo! O "cimento", a pá de pedreiro... É o máximo, não acham? Agora só faltava pôr "MÃOS À OBRA"! Foi o que fizémos! Depois de misturar o pó com a água ficámos com cimento e começámos a construir a nossa Quinta. Sim, é uma Quinta e tem um poço e até animais.Tijolo a tijolo a nossa Quinta vai crescendo! É preciso muito trabalho de equipa porque isto da Construção Civil é trabalho pesado!E quando quisermos "mudar de casa" basta pôr esta dentro de água e ficamos com tijolos para construir outra vez! Quando a nossa Quinta estiver pronta estão convidados para uma "visita", fica combinado!

Fomos às Amoras

Nos campos cultivados reluzem as abóboras.
Nas minhas escadas nascem deliciosas melancias.
Pequenas mãos ofertam-me peras sumarentas.
Os caminhos brindam-me com amoras silvestres.

Caminhámos e comemos amoras ainda quentes pelo sol da manhã.
À tarde há experiências na cozinha: doce de amora!

Grata por esta aldeia e por esta floresta que me acolhe.
Namastê.