quinta-feira, novembro 30, 2006

Pirâmides de Gizé no Maravilh'Arte 21


Pirâmides de Gizé (2600 - 2500 a.C.), Egipto


As Pirâmides de Gizé, as mais antigas e únicas sobreviventes das Antigas Maravilhas do Mundo, são testemunho da perfeição na arte e no design nunca posteriormente alcançada. Foram construídas por projectistas e engenheiros unicamente para servir aos seus soberanos terrenos, e que eram também os seus deuses. Àquela altura não existia a filosofia e a sua criação não foi sequer posta em causa. As pirâmides eram a mais pura das construções, e foram concebidas para a eternidade. (Este texto foi retirado daqui).

Aqui ficam algumas impressões blogosféricas acerca desta candidata a uma das 7 Novas Maravilhas do Mundo.



N'A Verdade Escondida, Fallen Angel refere:


As três pirâmides de Gizé Keóps, Quéfren e Miquerinos, foram construídas como tumbas reais para os reis Kufu (Keóps), Quéfren e Menkaure (pai, filho e neto), que dão o nome às pirâmides. A primeira delas, Keóps, foi construída há mais de 4500 anos, por volta do ano 2550 A.C.., chamada de Grande Pirâmide, a majestosa construção 147metros de altura foi a maior construção feita durante mais de quatro mil anos sendo superada apenas no final do século XIX (precisamente em 1900) com a construção da Torre Eiffel. O curioso é que as pirâmides de Gize já eram as mais antigas dentro de todas as maravilhas do mundo antigo (afinal, na época já fazia mais de dois mil anos que haviam sido construídas) e curiosamente, são justamente elas as únicas que se mantêm até hoje.


N'O Antigo Egipto, André confirma:


O Egito é conhecido pelas suas grandiosas pirâmides. No total, existem 83, mas as mais famosas são as 3 de Gizé. Essas ultimas desafiam a engenharia e arquitetura moderna e é um verdadeiro mistério para todos. Por que foram construidas? Por quem? Como? Existem muitas especulações.

Podemos encontar mais informações sobre as Pirâmides de Gizé aqui.

Este post é publicado no âmbito do concurso de desenho Maravilh'Arte 21.

quarta-feira, novembro 29, 2006

Desabafo...

Que bom seria fechar os olhos, enroscar-me e esquecer, nem que fosse por breves momentos, TUDO o que tenho urgentemente para fazer.

O verdadeiro estado das coisas... aqui.

Petra no Maravilh'Arte 21



Petra (9 a.C. - 40 d.C.) Petra, Jordânia



Aretas IV (9 a.C. a 40 d.C.). Peritos no domínio da hidráulica, os nabateus dotaram a cidade de um enorme sistema de túneis e de câmaras de água. Um teatro, construído à imagem dos modelos greco-romanos, dispunha de capacidade para 4000 espectadores. Actualmente, os túmulos reais de Petra, para além da fachada de templo helénico, com 42 metros de altura, do mosteiro de El-Deir, constituem exemplos impressionantes da cultura do Oriente Médio. (Este texto foi retirado daqui)

Aqui ficam algumas impressões blogosféricas acerca desta candidata a uma das 7 Novas Maravilhas do Mundo.

No ESCRITA em Dia, Carlos Narciso conta que:

É difícil dizer o que senti quando vi aquela cidade esculpida na pedra pelos homens, vento e água. Como se pode fazer uma coisa tão espantosa como aquela?
Dizem os canhenhos que chegaram a viver ali 50 mil pessoas. A cidade existe desde o século V a.C., mas há ali perto vestígios de ocupação humana da Idade da Pedra. Hoje é um deserto, mas lindo de morrer.
Dizem os mesmos canhenhos que a desertificação humana ficou a dever-se ao desvio das caravanas de comerciantes que passaram a optar por outra rota e deixaram de passar por ali. A mim parece-me que terá havido outro motivo, que estará ligado com mudanças climáticas ou, pelo menos, com o desaparecimento de água. Petra foi um sítio com muita água, basta olhar para aquelas pedras… e, hoje, não tem uma gota.



N'As Boas, A.M. relata:


Da cidade de Petra gosto especialmente da ideia de ela ter sido esculpida dentro de um rochedo. Imagino a trabalheira e acredito que muitas devem ter sido as vidas humanas perdidas na construção deste monumento. É para mim um dos maiores monumentos da humanidade, principalmente se imaginarmos a tecnologia existente nessa altura.


E no Saí para dar uma volta, Fred Mourão descreve:

Ontem, enquanto caminhava por Petra, acabei convidado para um chá por uma jovem beduína que junto com a mãe vendia artesanato. Ela falava inglês fluente, aprendido em contato com os turistas, e se virava perfeitamente bem em várias outras línguas. Falamos sobre os hábitos do seu povo, sobre sua cultura, sobre como e quando se casam, filhos e fiquei sabendo que os homens podem ter até quatro esposas, sendo que todas tem que receber a mesma atenção e ter a mesma qualidade de vida, ou seja, o homem para ter mais de uma mulher tem que sustentar todas da mesma maneira.

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terça-feira, novembro 28, 2006

O Castelo de Neuschwanstein no Maravilh'Arte 21


Castelo de Neuschwanstein (1869 -1884) Füssen, Alemanha
O Castelo de Neuschwanstein foi construído numa altura em que os castelos e as fortalezas já não eram necessários do ponto de vista estratégico. Foi, antes, obra da fantasia pura e simples, uma bela composição romântica de torres e muralhas localizadas numa paisagem perfeita de montanhas e lagos. A combinação de vários estilos arquitectónicos e a riqueza de detalhes têm inspirado gerações tanto de crianças como de adultos. (Este texto foi retirado daqui)


Lituratus, em Como Peixe na Água diz-nos que:
Não foi fácil arranjar imagem substituta à altura, mas acho que não podia ter escolhido melhor. Acredito que haja quem discorde, mas entre ter à minha frente a Scarlett Johansson ou o Castelo de Neuschwanstein, vou sem dúvida pelo segundo. E acerta quem está a pensar que desta lista, o castelo é mesmo o meu eleito. Chamem-me romântica...


Enquanto que Wednesday do H2o Tinto diz:
Fui visitar o castelo de Neuschwanstein (estas fotos não fui eu que tirei, mas assim que puder, ponho umas das minhas também!) . É simplesmente lindo!


E a Janinha do Vou Ali Já Venho conta:
Depois de uma viagem de 10 minutos de autocarro e 30 minutos a subir os Alpes a pé, finalmente chegámos.O castelo foi um espectáculo. A vista era estupenda... Enfim... muito melhor do que imaginávamos. Infelizmente tivemos um guia que pouco sabia para além do texto memorizado.Foi engraçado ver que as pinturas de Singer's Hall não tinham nada a ver com lobos (referência ao jogo de computador Gabriel Knight II).Uma coisa que não sabíamos e que foi bastante surpreendente, é que só um terço dos planos originais foi construído.


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segunda-feira, novembro 27, 2006

O Machu Picchu no Maravilh'Arte 21

Machu Picchu (1460 - 1470) Machu Picchu, Peru


No século XV, o imperador inca Pachacutec edificou uma cidade nas nuvens, na montanha conhecida como Machu Picchu (“velha montanha”). Este extraordinário povoado está localizado no Planalto dos Andes, nas profundezas da floresta amazónica e acima do rio Urubamba. Abandonada pelos incas devido a um surto de varíola e após a derrota do Império Inca pelos espanhóis, a cidade foi considerada “perdida” durante mais de três séculos. Foi redescoberta por Hiram Bingham em 1911. (Este texto foi retirado daqui)


O Iuri Amazonas esteve lá e conta:
Nada melhor do que começar o blog com uma foto da melhor viagem que já fiz. Essa terra nos faz repensar tudo o que já vimos sobre arquitetura e nos mostra como a ganância dos homens pode fazer desaparecer um povo inteiro, com suas tradições, belezas e, principalmente, suas habilidades incompreedidas.



A Rainbow, no As Cores da Minha Vida diz que:
Um dos mais enigmáticos sítios arqueológicos do mundo. No Perú, esta cidade perdida dos Incas está localizada no topo de uma montanha e faz-nos sonhar com uma viagem à descoberta de ruínas, santuários e tradições visto que o seu passado é ainda um envolto de mistério. Também podem ser vistos lamas que no passado, terão sido juntamente com outros animais domésticos, sacrificados por sacerdotes para satisfação do deus do Sol.


E no Marazul, do José Eduardo Rocha lê-se:
Também no Peru, há um lugar mágico que deve ser conhecido. Chama-se Machu-Picchu. É o lugar mais mágico do planeta. Não há bons hoteis. apenas uma pensão razoável. Não é motivo para perder a viagem. Fica-se bem!


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domingo, novembro 26, 2006

O Kremlin e a Praça Vermelha no Maravilh'Arte 21

Kremlin e Praça Vermelha (1156 - 1850) Moscovo, Rússia


Inicialmente construído para residência de Ivan I, o Kremlin foi a residência oficial dos Czares até à Revolução Russa de 1917. Actualmente, abriga o gabinete oficial do presidente russo. Em frente ao Kremlin , encontra-se a Praça Vermelha, uma praça imponente e exuberante que muitas pessoas associam às infames manifestações do primeiro de Maio. Perto da praça está localizada a Catedral de S. Basílio, construída na década de 1550 para comemorar a captura da fortaleza mongol de Kazan por Ivan, o Terrível. (Este texto foi retirado daqui)


Acácio, O Atónito explica:
O coração de Moscovo ainda é o Kremlin, símbolo do poder e autoridade soviéticos. Ali, os antigos palácios reais e deslumbrantes zimbórios das catedrais dominam as muralhas de tijolo da Praça Vermelha, que encerra o mausoléu de Lenine e onde se assiste, no dia 1 de Maio, à demonstração do poderio militar soviético. As muralhas do Kremlin (1485-1495), sobranceiras ao Moskva, têm 2,3 Km de comprimento e 19 torres. No seu interior fica a Praça do Kremlin.


No Perfect Places, o João Pedro aconselha-nos:
Prepare-se para entrar num mundo a parte, onde alguém que conheça a língua dará muito jeito. Numa das mais interessantes cidades do mundo não pode deixar de ver o Kremlin, a Praça Vermelha e as Catedrais Ortodoxas.


E o Repórter Acidental teve a possibilidade de nos escrever directamente do local:
Estou aqui perto do Kremlin, num cafe usando a Internet. Cheguei esta manha a Moscou e ja visitei a Praca Vermelha, o Kremlin, a catedral da Sao Basilio. Agora vou fazer um tour de onibus pela cidade.Dossvidania (até logo em Russo).


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sábado, novembro 25, 2006

O Templo de Kiyomizu no Maravilh'Arte 21


Templo de Kiyomizu (749 – 1855) Quioto, Japão


Concebidos no ano de 794 d.C., os palácios e templos de Quioto foram as residências dos shoguns e dos imperadores do Japão durante mais de 1000 anos. O imperador japonês é entronizado no Palácio Imperial Gosho. Entre outros edifícios dignos de referência, encontram-se os complexos de templos de Higashi Honganjie Nishi Honganji, o Templo Kinkakuji com o “Pavilhão Dourado”, e o Templo de Kiyomizu, templo das “águas cristalinas”. São vários os monumentos de Quioto que foram destruídos e por várias vezes reconstruídos durante o curso da história, encontrando-se hoje entre os locais da Ásia classificados como Património Cultural da Humanidade. (Este texto foi retirado daqui)

O Adilson descreve, no Por Dentro da Ciência que:
Na parte da tarde tivemos folga. Fui na excursão da conferência conhecer alguns lugares interessantes. Sem dúvida o melhor foi o templo Budista Kiyomizu-temple.

No seu Rita Xau Xau, a Rita conta:
A Sra. Hirota, antiga agente turística, tratou logo de nos traçar a rota para o primeiro dia. Começamos então pelo templo de Kiyomizu-dera, um templo Budista cujo edifício principal assenta sobre uma rede de estacas que se mantém unidas sem um único preguinho.

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O Expresso das 13 horas e 50 minutos

Malas, sacos, portáteis... Tropas, alunos, professora...

A chuva cai com força! Nos vidros, frios, correm gotas... rápida ou lentamente...

Lá fora as cores de Outono pintaram a paisagem. Nos campos surgem pequenos riachos que descem até à estrada, agitados.

A neblina cerca-nos. Primeiro suave como o fumo de um cachimbo. Depois cerrada, sombria.

A noite cai. Escura. Fria.

O verde ficou para trás. As luzes aproximam-se. A agitação cresce...

O relógio faz tic-tac. Os automóveis acumulam-se, inertes, desprovidos da sua arte...

O olhar perscruta o conhecido, o desejado... e tic-tac... tic-tac...

Kronos não pára! Kronos não parou...

E o jantar das 21h foi o jantar das 22h!

sexta-feira, novembro 24, 2006

A Basílica de Santa Sofia no Maravilh'Arte 21

A Basílica de Santa Sofia(532 – 537 d.C.) Istambul, Turquia
A Basílica de Santa Sofia foi construída durante o reinado do imperador Justiniano (532 – 537 d.C.), quando o império bizantino se encontrava no auge do seu poder e influência. A gigantesca cúpula, que constitui a sua característica arquitectónica mais marcante, tem desde então servido de modelo para a construção das mesquitas islâmicas. De fato, após a queda de Bizâncio, a Santa Sofia foi convertida em mesquita otomana. Actualmente o monumento é um museu que contempla tanto a religião cristã como a muçulmana. (Este texto foi retirado daqui)
A Filipa, no Turista Acidental, escreve assim:
Converteste Roma, converteram-se depois a ti, mas serás sempre Sofia, a Senhora de Istambul.
No Trotamundos podemos ler:
Construída no século VI, olhando para cima encontram-se símbolos islâmicos e cristãos.
Por sua escala enorme e arquitectura interior deslumbrante, é o monumento mais conhecido de Istambul.
No corredor de entrada, afrescos e mosaicos bizantinos cobertos de ouro retratam santos e imperadores num convívio surrealista.

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quinta-feira, novembro 23, 2006

A Grande Muralha da China no Maravilh'Arte 21

A Grande Muralha da China (220 B.C and 1368 - 1644 A .D.)
Grande Muralha da China foi construída para ligar fortificações já existentes, criando um sistema de defesa unificado que impedisse as invasões do território chinês por tribos mongóis. É o maior monumento já construído pelo homem e o único visível do espaço. Muitos milhares de pessoas pagaram a construção desta estrutura colossal com a própria vida.
(Este texto foi retirado daqui)

Conta-nos a Elsa que:
Foram 2 semanas de formação que tiveram momentos muito bons: o espirito de grupo que existia entre os ocidentais, o conhecimento pessoas de diversas nacionalidades, a possibilidade de pisar a Grande Muralha da China e a Cidade Proibida (que nunca pensei ser possível tão cedo e tão barato), a capacidade de desenrasque desenvolvida ao máximo, a linguagem gestual melhorada, o contacto com uma cultura tão diferente, o alargamento dos nosso horizontes, o aumento da tolerância, a expressão engraçada das crianças...

E em This Is Your Life podemos ler:
conseguimos visitar a muralha da China e Forbidden City no mesmo dia.Valeu a pena

No Know Your Onion, a Loris diz:
Eu estive lá e posso atestar o tamanho absurdo e a impossibilidade de imaginar, mesmo agora, qual o tamanho real da coisa. Fantástico.

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Três meses à janela...



São feitas as colheitas, os campos estão secos, cheira a pinheiros...


Surgem as primeiras chuvas, os campos ficam verdejantes, cheira a terra molhada...

Nascem ovelhas, ouvem-se ao longe...

As árvores tingem-se de castanho, vermelho, amarelo...




As nuvens enchem o céu e o arco-iris vem deslumbrar o meu horizonte.

quarta-feira, novembro 22, 2006

Torre Eiffel no Maravilh'Arte 21


Criada por Gustave Eiffel, esta magnífica torre de aço tornou-se o símbolo não só de Paris, como de toda a França. A estrutura é não apenas um ponto de referência reconhecido em todo o mundo, mas talvez mesmo a obra arquitectónica mais conhecida do mundo ocidental. Foi, até à construção do Empire State Building, a estrutura mais alta feita pelo homem. A torre é visitada por seis milhões de pessoas todos os anos. (Este texto foi retirado daqui).

Aqui ficam algumas impressões blogosféricas acerca desta candidata a uma das 7 Novas Maravilhas do Mundo.


No Turista Acidental, a Filipa afirma:

Criada para ser efémera, conquistou a imortalidade.

Por seu lado, o WondermOOn, informa que:

Segundo o site oficial da Torre Eiffel, se EU tirar uma foto com a MINHA máquina da Torre Eiffel com a iluminação acessa durante a noite, essa foto está sujeita a copyright!

E a Mãe Frenética, transcreve uma conversa telefónica:

Ele - Não consegui antecipar o voo...
Eu - Não faz mal... o que vais fazer até logo?
Ele - Acho que vou ao centro. Queres alguma coisa?
Eu - Traz-me a Torre Eiffel!
O que eu gosto da Torre Eiffel...

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terça-feira, novembro 21, 2006

Estátuas da Ilha de Páscoa no Maravilh'Arte 21



Descoberta num domingo de Páscoa pelo explorador holandês Jakob Roggeveen, este conjunto de esculturas de pedra com 25 metros de altura continua a intrigar historiadores e arqueólogos quanto à sua origem. Segundo se crê, uma comunidade de origem polinésia ter-se-á estabelecido aqui durante o século IV, dando início à invulgar tradição da escultura de grandes dimensões. Estas enormes figuras de pedra, conhecidas pelo nome de Moai, teriam sido erigidas entre os séculos X e XVI e desde então não param de fascinar o mundo inteiro dotando a ilha de uma atmosfera mítica. (Este texto foi retirado daqui).

Aqui ficam algumas impressões blogosféricas acerca desta candidata a uma das 7 Novas Maravilhas do Mundo.

N' Arkivão, a Ana d'Or relata que:
Foi no seu apogeu que a civilização da Ilha de Páscoa, construiu aquelas estátuas gigantescas, cada vez maiores, exaurindo recursos para ergue-las, a ponto de acabar com todo o meio ambiente.

Por seu turno, o Carapaus com Chantilly, cita alguém que confessa que:
Adorava ir à ilha da Páscoa mas tenho medo de homens cabeçudos....

E no Geófagos, Ítalo explica que:
Na edição de setembro da American Scientist o arqueólogo Terry L. Hunt relata como suas pesquisas na ilha o levaram a questionar o conhecimento aceito. Primeiro, seus dados mostraram que a colonização da ilha por polinésios se deu mais tarde do que se pensava, os dados de datação por carbono feitas por ele indicam a presença humana a partir de 1200 A.D. e não 800, como era aceito. Segundo, além da derrubada das árvores pela população, seus dados mostram que a grande população de ratos teve um papel primordial na extinção da Jubaea ao se alimentarem das sementes da planta. Terceiro, a decadência da civilização local se deveu mais ao genocídio promovido por exploradores europeus do que à degradação ambiental propriamente.

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segunda-feira, novembro 20, 2006

Coliseu de Roma no Maravilh'Arte 21





Este grandioso anfiteatro foi construído no centro de Roma em honra aos legionários vitoriosos e para celebrar a glória do império romano. O seu design conceitual mantém a actualidade até aos nossos dias, uma vez que, passados cerca de 2000 anos, praticamente todos os modernos estádios desportivos continuam a ter o cunho inconfundível do design original do Coliseu. É através do cinema e dos livros de história que hoje temos noção das lutas cruéis e dos jogos que tinham lugar nesta arena, para júbilo dos espectadores. (Este texto foi retirado daqui).

Aqui ficam algumas impressões blogosféricas acerca desta candidata a uma das 7 Novas Maravilhas do Mundo.


N' A Curva da Estrada, a Papalagui conta que:

Quando me vi perante o Coliseu de Roma e do outro lado o que terá sido a casa do debochado mor do Império Romano, ocorreram-me de imediato esses tempos, os do Nero, do porco debochado, do libertino imoral entregue aos prazeres de Baco sem reservas, e, de novo, ouvi a minha querida avó evocando a idade dos excessos. Acredito que caso a minha querida avó vivesse hoje consideraria o Nero um pobre inocente perante o que lhe seria dado a observar na caixinha mágica mas continuo sem saber quem iria evocar para qualificar os tempos contemporâneos. É que depois do Nero nem eu me lembro de um maluco tão grande.

Nos Momentos de Ausência, a Agnieska relata que:

A arena do Coliseu colapsada deixa ver a rede de labirinto que se estende por baixo deste imponente monumento (é mais pequeno do que eu imaginei, mas ainda assim magnífico). O sítio que viu batalhas de gladiadores, espectáculos de circos de feras a desmembrarem humanos e coisas afins...

E a Essenthia, no The Essence of Things, escreve:

O Coliseu de Roma, a arte elevada ao extremo, numa construção única e imponente. A música ambiente faz-nos recuar no tempo e por pouco não vemos um espectáculo de gladiadores mesmo à nossa frente, que embora violento, não deixa de despertar emoção.


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domingo, novembro 19, 2006

Cristo Redentor no Maravilh'Arte 21




Esta estátua de Jesus, com cerca de 38 metros de altura, situa-se no topo do morro do Corcovado com vista sobre o Rio de Janeiro. Projectada pelo brasileiro Heitor da Silva Costa e concebida pelo escultor francês Paul Landowski, é um dos monumentos mais conhecidos em todo o mundo. A estátua levou cinco anos para ser construída e foi inaugurada no dia 12 de Outubro de 1931. Tornou-se o símbolo da cidade e do afável povo brasileiro, que recebe quem os visita de braços abertos. (Este texto foi retirado daqui).


Aqui ficam algumas impressões blogosféricas acerca desta candidata a uma das 7 Novas Maravilhas do Mundo.


No Blog by Dani, a Dani explica-nos que:

O ano era 1921 e a campanha "Semana do Monumento" pedia a contribuição dos católicos para a construção da estátua do Cristo Redentor. O projeto, que começou a ser planejado naquele mesmo ano, só recebeu fundos uma década depois, quando o arcebispo Dom Sebastião Leme passou a coordenar o projeto. Os primeiros esboços deste cartão-postal foram feitos pelo pintor Carlos Oswaldo, que imaginou a estátua carregando uma cruz, com um globo terrestre nas mãos e sobre um pedestal que simbolizaria o mundo. No entanto, foram os católicos e a população do Rio de Janeiro que escolheram o formato do monumento hoje visto no alto do Corcovado. O projeto foi desenvolvido pelo engenheiro Heitor da Silva Costa e levou cinco anos para ficar pronto.

Por seu lado, a Equipe Portal da Família realça que:

É impossível imaginar uma viagem ao Rio de Janeiro sem uma visita ao Cristo Redentor. Localizado no alto do Morro do Corcovado, o monumento é a imagem brasileira mais conhecida no mundo.Todos os anos mais de 600 mil pessoas são levadas ao Cristo Redentor pela centenária Estrada de Ferro do Corcovado, o passeio turístico mais antigo do país.Pode-se subir até o alto do morro de carro, ou usar o trenzinho. Vale a pena! O trem atravessa a maior floresta urbana do mundo, o Parque Nacional da Tijuca, e a subida dura cerca de 20 minutos.

Podem ainda encontrar-se muitas informações sobre o Cristo Redentor, aqui.


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sábado, novembro 18, 2006

Pirâmide em Chichén Itzá no Maravilh'Arte 21





A pirâmide em Chichén Itzá (anterior a 800 d.C.), Pení­nsula de Yucatan, México, Chichén Itzá, a mais famosa Cidade Templo Maia, funcionou como centro político e económico da civilização maia. As várias estruturas - a pirâmide de Kukulkan, o Templo de Chac-Mool, a Praça das Mil Colunas, e o Campo de Jogos dos Prisioneiros - podem ainda hoje ser admiradas e são demonstrativas de um extraordiná¡rio compromisso para com a composição e espaço arquitectónico. A pirâmide foi o último e, sem qualquer dúvida, o mais grandioso de todos os templos da civilização maia. (Este texto foi retirado daqui).

Aqui ficam algumas impressões blogosféricas acerca desta candidata a uma das 7 Novas Maravilhas do Mundo.

No Lost in Lisbon, a ŠAЯA conta que:
De todas as maravilhas, só estive em Chichén Itzá e adorei, adorei, adorei, esta pirâmide é fantástica e escusado será dizer que tive de subir até lá cima, apesar do enorme calor que se fazia sentir. Mas é realmente um espectáculo, não só a pirâmide como todo o local.

Nos Pensamentos Imperfeitos, o Jota escreve:
O México, na zona da Riviera Maya, é quente. Quente, e húmido. E em termos de mergulhos, não fosse pelos Cenotes, não valia a pena, pelo menos se comparado com o Mar Vermelho ou Maldivas. Os destaques vão para o magnífico e quente mar, para o mergulho nos cenotes (Dos Ojos), e para Chichen Itza, a impressionante cidade Maia habitada por Quetzalcoatl.
Neste tipo de viagens “de Hotel”, nunca se fica a conhecer muito da verdadeira cultura de um país. Mas o que vimos (e comemos) já deixaram um sabor interessante. A mim, pareceu-me que o México, como país, é uma espécie de Portugal, com um passado Histórico riquíssimo, e um presente a lutar pelo desenvolvimento. Algo que me surpreendeu foi ler que cerca de metade do território (incluindo o Texas e Los Angeles) foi perdido na guerra com os Estados Unidos. Ao menos por aqui foi só Olivença.
Teria sido bom ficar mais uma semana. Não tanto pelo jogo da bola que se realiza amanhã, mas pelo solstício de Verão, altura em que seria especialmente interessante estar em Chichen Itzá.

E no Bloghistórias, o Jorge Aragão aconselha-nos:
Ir ao México apenas para fazer praia, não vale a pena. E nada melhor que adicionar às águas quentes e transparentes do Caribe umas visitas às ruínas das antigas cidades e centros religiosos Mayas.Ir a Chichen Itza é uma experiência inolvidável e ficamos esmagados pela grandiosidade do " Castillo ".

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sexta-feira, novembro 17, 2006

Ankor no Maravilh'Arte 21



Angkor é o monumento mais importante do império Khmer do sudeste da Ásia e o maior templo sagrado do mundo. Construído durante o reinado do rei Suryavarman no início do século XII, Angkor é famoso pela complexidade de detalhes e pela sua extraordinária beleza. Com fossos de água, muralhas concêntricas e a magnífica montanha onde se situa o templo localizada no centro, Angkor simboliza o cosmos hindu, com os oceanos em volta e com o monte Meru como centro do universo. (Este texto foi retirado daqui).

Aqui ficam algumas impressões blogosféricas acerca desta candidata a uma das 7 Novas Maravilhas do Mundo.

No Lost Words, a Alexia explica que:
É considerado uma das mais espectaculares obras da humanidade, onde se reconstitui o mundo mítico dos deuses hindus em perfeição.
Os templos de Angkor, um paraíso encoberto na floresta, são a maior atracção do Cambodja.Foi construído em meados do século XII e a sua arquitectura é uma alegoria à religião hindu. A torre central permanece no monte Meru que, de acordo com a mitologia hindu, é o centro do universo. A um quilómetro a norte fica Angkor Thom, a cidade real construída no final do século XII. É uma área quadrada fechada por um muro que se assemelha a uma cidade. Um autêntico museu ao ar livre com uma fabulosa colecção de monumentos.

E a Narizinha relata:
A entrada em Angkor Wat é fabulosa, triunfal. Não pude subir as imensas escadas espalhadas pelos templos, tive pena, as melhores paisagens são vistas lá de cima mas o meu joelho não dá para tudo e aquelas escadas são especiais! Para subir ainda dá mais ou menos... para descer é que são elas!!! Além de não terem espaço para por um pé, só de lado, são bastante íngremes e altas!! Ah e não há corrimão para nos segurarmos!!!
Nós comprámos bilhetes para três dias... a princípio pensei que fosse demais, três dias a ver templos em pedra não há quem aguente! Engano meu... fiquei arrependida de não ter comprado bilhetes de uma semana. Aquilo é enorme, não vimos tudo... e é de uma beleza que nenhuma fotografia capta.

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quinta-feira, novembro 16, 2006

Alhambra no Maravilh’Arte 21

Mohammed I, o primeiro rei dos Nazaris – uma das dinastias mouriscas de Granada – converteu um castelo do século IX em sua residência privada, dando origem ao que conhecemos hoje como a Alhambra. A estrutura, que ocupa uma área de 13 hectares, é conhecida pelos belíssimos frescos e pelos pormenores do seu interior. O edifício constitui também um dos mais belos exemplos da arquitectura mourisca em todo o mundo, sendo uma das atracções turísticas mais visitadas na Europa. (Este texto foi retirado daqui).
Aqui ficam algumas impressões blogosféricas acerca desta candidata a uma das 7 Novas Maravilhas do Mundo.

O Casccalense conta que:
Ao cimo duma das colinas vê-se o imponente Alhambra, o palácio construído em época de cidade árabe e passada de mãos em mãos por judeus e cristãos. Guarda a cidade no meio de uma beleza verdejante acima do rio Darro e ao lado do enorme bairro do século XVI - El Albaicín é composto por inúmeras casas e vivendas de cor branca, telhados acastanhados, azulejos e tijolos de padrões de outros tempos, casas de gente rica e gente pobre, umas mais arranjadas que outras, algumas habitadas por estudantes, outras são repúblicas universitárias. No alto o miradouro de São Nicolau junta ao fim do dia dezenas de pessoas, locais e estrangeiros, músicos, artistas, comerciantes, num ritmo quente e de festa, junto da igreja, das esplanadas e das árvores tem-se a vista do Alhambra que se junta aos sons de estalares de palmas da mão e violas. Com autocarros que fazem o percurso da cidade até ao topo, não os sigam, vão a pé, que é bem mais giro e fazem exercício.

N'Os Voos da Gaivota, a Ana Olívia explica-nos que:
Finalmente, no domingo foi-nos possível desfrutar de Granada!Logo de manhã apanhámos um táxi para Alhambra, que fica no cume de uma montanha que relembra o Palácio da Pena, em Sintra, e passámos momentos deliciosos passeando calmamente (forçosamente devido à minha incapacidade pedonal ;)) pelos jardins e palácios muçulmanos que constituem o Alhambra. Adorámos! Estava sol, com um ar fresco e puro da montanha muito agradável...O Alhambra foi construído no reinado de alguns sultões da dinastia nazarí , que pretenderam evidenciar o seu poder através da ideia de "paraíso na terra". Todos os edifícios foram construídos com gesso, azulejos e madeira. Através das fotografias poderão ver um pouco desta maravilha e, quem não conhece, recomendo a lá irem!

E no Straight Up, No Ice, a Stratega acompanha uma bela fotografia com este texto:
A olhar pra estas paredes ganhei um amigo, há uns anitos.
Acho que para sempre, apesar das confusões pelo meio.Acho que esta foto é a minha preferida, daquele lugar. Alhambra em Granada, Espanha.

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quarta-feira, novembro 15, 2006

Acrópole de Atenas no Maravilh'Arte 21


Construída no cume daquela que ficou conhecida como a "Colina Sagrada de Atenas, a finalidade da Acrópole seria irradiar poder e protecção para os seus cidadãos. Os templos da Acrópole tornaram-se os mais famosos pontos de referência arquitectónicos dos tempos antigos e modernos. Actualmente, o Parténon, em particular, constitui um símbolo internacional da civilização grega. O próprio logótipo da UNESCO é composto por uma ilustração gráfica do templo, representando a cultura e a educação. (Este texto foi retirado daqui)

No âmbito do Concurso Maravilh'Arte 21, aqui ficam, em jeito de apresentação das candidatas às 7 Novas Maravilhas do Mundo, algumas impressões blogosféricas.
Nos Retratos de Viagens, Travelpeople explica-nos que:
Acrópole (do grego acro: alto, elevado – polis: cidade) é a parte da cidade construída nas partes mais altas do relevo da região. A posição tem tanto valor simbólico, elevar e enobrecer os valores humanos, como estratégico, pois dali podia ser melhor defendida. Era na acrópole das diversas cidades que se construíam as estruturas mais nobres, tais os templos e os palácios dos governantes. A acrópole grega original de Atenas ficou famosa pela construção do Partenon, suntuoso templo em honra à deusa Atena, ricamente construído em mármores raros e ornado com esculturas de Fídias por ordem de Péricles e com recursos originalmente destinados a patrocinar a guerra contra os Persas. A palavra acrópole tem sido usada em arqueologia e história para designar os centros das cidades antigas ou sítios arqueológicos onde se situam as principais estruturas arquitectónicas.
No Conversas, a Ace conta que:
Andava solta de blog em blog como costumo fazer e descobri que existe um site para votar novas “Maravilhas do Mundo”.
Como sou curiosa, lá fui eu espreitar e descobri que já estive a visitar duas dessas possíveis novas maravilhas.
Agora só me faltam as outras todas...
Só tenho pena que não tenham seleccionado nada português, mas quem sabe um dia o façam.
Por mim vou conhecendo as nossas riquezas em património ou história, tanto que ontem fui passear a Belém, revisitar a Torre de Belém, o Padrão dos Descobrimentos, o Jardim de frente ao Jeróminos, só faltou tempo para entrar...
Fica para outro dia.
Estive em Atenas este mês para participar numa conferência e aproveitei para visitar a Acrópole. Foi impressionante estar dentro de um eléctrico moderno com ar-condicionado no centro de uma capital europeia, moderna e movimentada como Atenas, e de repente ver as colunas magníficas duma construção milenar a dominar o centro da cidade.
Visto de longe, a estrutura parece bem conservada mas aproximando, subindo o rochedo, vê-se que o Parténon, o monumento principal deste grupo, está a ser alvo de um processo de recuperação profundo.


terça-feira, novembro 14, 2006

Maravilh'Arte 21 - Concurso de Desenho para Crianças

As geralmente conhecidas Sete Maravilhas do Mundo, todas obras concebidas por mãos humanas, foram seleccionadas por Philon de Bizâncio em 200 a.C. Hoje, somente as pirâmides de Gizé, no Egipto sobrevivem.
Todas tinham sido construídas entre 2.500 a.C. e 200 a.C. e podem ser conhecidas
aqui.

Nos nossos dias, tal como Pierre de Coubertin renovou os Jogos Olímpicos em 1896 numa versão moderna da competição, o fundador Bernard Weber de New7Wonders procura renovar o conceito das sete maravilhas do mundo com esta campanha global ambiciosa - As Novas 7 Maravilhas do Mundo.
A diferença chave é que desta vez não serão escolhidas apenas por um homem, mas sim por milhões de pessoas pelo mundo inteiro.
As Novas 7 Maravilhas do Mundo poderão ser escolhidas com o contributo de cada um de nós e para isso basta votar aqui.

Porque se trata de uma iniciativa a nível mundial,

Porque viajar é bom, mesmo quando só o podemos fazer através da Internet,
Porque é bom poder participar na votação, e para votar é bom conhecer-se o que vamos votar,

Porque as Novas 7 Maravilhas do Mundo serão apresentadas durante uma cerimónia oficial em Lisboa, a 7 de Julho de 2007,
O Jardim das Cores, o Lote 5 - 1º Dto e o 'Tá Difícil associam-se numa iniciativa que o envolverá a si e às crianças que o rodeiam:

Maravilh’Arte 21
Concurso de Desenho para Crianças
Regulamento do Concurso de Desenho “Maravilh’Arte 21”
  1. Podem concorrer todas as crianças com idades compreendidas entre os 3 e os 10 anos de idade. Os concorrentes estarão divididos em duas categorias:
    categoria 1 as crianças entre os 3 e os 5 anos de idade.
    categoria 2 as crianças entre os 6 e os 10 anos de idade.
  2. O desenho deverá enquadrar-se na temática, representando uma das 21 Maravilhas.
  3. Na produção dos desenhos, qualquer técnica (ou combinação de técnicas) pode ser usada (lápis de cor, lápis de cera, canetas de feltro, guache, aguarela, recorte e colagem e outras).
  4. Não há limite de número de desenhos por criança.
  5. Os desenhos devem ser enviados via e-mail para maravilharte@gmail.com, identificados com título, técnica(s) usada(s), nome do participante, idade, localidade e e-mail de contacto.
  6. A avaliação dos desenhos vencedores será feita através de comentários num post de votações após a divulgação de todos os desenhos participantes por publicação do desenho e respectivo título neste blog, ficando a identificação do seu autor protegida, se este assim o desejar.
    Cada votação contempla três desenhos, devendo o votante escrever o comentário da seguinte forma:
    desenho (título do desenho) - 3 pontos
    desenho (título do desenho) - 2 pontos
    desenho (título do desenho) - 1 ponto
    O desenho vencedor será o que obtiver o maior número de votos em cada grupo a concurso.
  7. A data limite de envio dos desenhos é 5 de Dezembro de 2006.
  8. Os desenhos estarão a votação de 6 de Dezembro a 11 de Dezembro de 2006.
  9. Os resultados serão publicados no dia 13 de Dezembro de 2006.
  10. O prémio para cada categoria será um livro adequado à faixa etária do vencedor, a enviar posteriormente via CTT.

Vá lá... o que é que está à espera??? Motive a criançada a participar e divirta-se a conhecer e a dar a conhecer as Novas Maravilhas do Mundo.

quarta-feira, novembro 08, 2006

As doces recordações da Educação de Infância




Dos oito anos como Educadora de Infância muitas recordações ficam na minha memória:

  • Os beijos de ficar com a cara molhada;

  • O apertar da mão, o afagar do cabelo, o abraço sentido de um obrigado;
  • O olhar traquina e o sorriso do "não fui eu!";

  • A lágrima que corre no rosto quando se esfola o joelho e o olhar "cuida de mim";

  • Os bolsos da bata cheios de tralha;

  • A tinta nas mãos;

  • Os muitos desenhos que recebi repletos de corações;

  • Contar histórias e sentir o silêncio da imaginação;

  • Correr no recreio com 26 crianças atrás de mim e depois deixar-me apanhar por elas!...

Agora como Orientadora é assim:

  • 34 alunas correm atrás de mim e eu deixo-me apanhar por elas;

  • Conto histórias de quando estava a trabalhar no Jardim-de-infância e sinto o silêncio do confronto de experiências;

  • Recebo toneladas de planificações todas as semanas;

  • Percebo as dúvidas, as interrogações e as certezas que se dissipam ou que se formam;

  • Vejo o olhar traquina e o sorriso de quem tenta um "Oh Professora deixe entregar o trabalho mais tarde...";

  • Reparo na lágrima no olho ou no desalento de quando algo não aconteceu como esperado;

  • Desejo que sintam e pensem na Educação para depois colherem as doces recordações de Ser Educadora de Infância;

  • Sinto o peso da responsabilidade de estar a formar Educadoras de Infância!

Quais serão as minhas recordações daqui a uns anos?!

terça-feira, novembro 07, 2006

A mania das Manias!!!

A vizinhança quer conhecer as minhas manias.
(só me lembro do Marco Paulo a cantar "Taras e Manias" e a passar o micro de uma mão para a outra!!!!)




Nitinha, Jardim dos Pequeninos e Sorriso de uma papoila... vou tentar responder.


Fui ver ao dicionário e encontrei:


do Lat. mania < Gr. manía, loucura
s. f.,
espécie de
perturbação ou excitação caracterizada por aferro a uma ideia fixa;
fig.,
mau costume;
excentricidade;
esquisitice;
extravagância;
desejo imoderado, excessivo

Não sou muito dada a excentricidades (talvez se jogasse no Euromilhões...), nem a extravagâncias , maus hábitos ou desejos imoderados por isso manias.... não sei se são... mas, manias ou não, aqui ficam:

  • Tenho a mania de escrever... sobre educação, sobre o que sinto e penso. Escrevo no blog, num caderno, em folhas de papel branco...
  • Tenho a mania de organizar (por pastas e dossiers) documentos, trabalhos de alunas, artigos científicos, trabalhos da tese...
  • Tenho a mania de tirar o anel do dedo quando estou a falar para muita gente (por isso tento não levar anéis para as aulas ou comunicações que faça)...
  • Tenho a mania que fico sempre mal nas fotografias...
  • Tenho a mania de comprar malas. Encontro sempre uma que gosto, o que hei-de fazer?!

Desafio cumprido!


domingo, novembro 05, 2006

O que há em mim é sobretudo cansaço




O que há em mim é sobretudo cansaço
Não disto nem daquilo,
Nem sequer de tudo ou de nada:
Cansaço assim mesmo,ele mesmo,
Cansaço.



A subtileza das sensações inúteis,
As paixões violentas por coisa nenhuma,
Os amores intensos por o suposto alguém.
Essas coisas todas -
Essas e o que faz falta nelas eternamente -;
Tudo isso faz um cansaço,
Este cansaço,
Cansaço.



Há sem dúvida quem ame o infinito,
Há sem dúvida quem deseje o impossivel,
Há sem dúvida quem não queira nada -
Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:
Porque eu amo infinitamente o finito,
Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque eu quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,
Ou até se não puder ser...



E o resultado?
Para eles a vida vivida ou sonhada,
Para eles o sonho sonhado ou vivido,
Para eles a média entre tudo e nada, isto é, isto...
Para mim só um grande, um profundo,
E, ah, com que felicidade infecundo, cansaço,
Um supremíssimo cansaço,
Íssimo, íssimo, íssimo,
Cansaço.



Álvaro de Campos

quinta-feira, novembro 02, 2006

Eu aprendo, tu aprendes, nós aprendemos...


Hoje estive a observar o estágio de umas alunas do 4º ano de Educação de Infância. No grupo de crianças dos 3 aos 5 anos, voltei a sentir aquela adrenalina de ver surgir a possibilidade de realizar um projecto com as crianças. Os seus olhos entusiasmados, as ideias a surgir rapidamente, a descoberta de coisas que não sabiam e que podiam descobrir, procurar e investigar...

Apesar das diferenças geográficas, culturais e sociais entre Lisboa e Lamego, apesar de Modelos Curriculares e formas de Pensar e Viver a Educação Pré-escolar que, não raras vezes, divergem em vários aspectos das minhas convicções e concepções de Educação... uma coisa é, para mim, certa: as crianças devem ser escutadas!

Não é ouvir e dizer o «sim, sim» de quem não escuta nada e continuar a fazer com as crianças aquilo que tão estruturadamente tinha sido planeado (e que tinha demorado horas a fazer). É deixar-se levar pelo entusiasmo da descoberta das crianças, ficar com o brilho nos olhos tal como elas... e, se preciso for, atirar a planificação ao ar, reformular tudo (ou quase tudo) e ir ao encontro das suas necessidades e interesses.

Quando isso acontece as aprendizagens ganham outro significado, outra dimensão. A dimensão do envolvimento em algo que queremos muito saber e conhecer, algo que é meu e teu e, por isso, é nosso. Eu aprendo, tu aprendes, nós aprendemos...

Que bom voltar a sentir o brilho nos olhos!

Queridas alunas não deixem fugir a oportunidade de ver o brilho nos olhos das crianças e de se deixarem contagiar por ele. Será que conseguiram perceber o brilho nos meus olhos?! O entusiasmo das minhas palavras?!

Ciências divertidas: Magnetismo

Esta semana as ciências regressaram aos Jardins de Infância. Das hipóteses ao factos... prever, experimentar e registar é um processo colabo...